hiong_nu
DESAFIAMOS QUALQUER PORTUGUÊS A SER MAIS ESCANDALOSO, CÁUSTICO E LIBIDINOSO QUE NÓS...
sábado, janeiro 22, 2011
AGORA VOLTAMOS MESMO... OS 3...
segunda-feira, maio 19, 2008
COME BACK
quinta-feira, novembro 01, 2007
O perigo à espreita...

A masturbação é uma coisa muitíssimo perigosa, indecente e contra os bons costumes que construíram esta bela nação. A masturbação começa como brincadeira de crianças e, veja-se, hoje em dia há pessoas que quase a transformaram num modo de vida, numa forma de arte. Esta actividade cujo nome não mais me atrevo a pronunciar causa severos malefícios, reparem no percurso descendente e atroz deste jovem que caiu nas malhas do despudor.


Um fogo rasga-lhe as entranhas e o seu olhar, outrora cintilante, perdeu o brilho.


A força abandona as pernas e pesadelos horríveis atormentam-no.


Os dentes apodrecem e caem, o peito arde e cospe sangue.


O cabelo, antes formoso, cai antes do tempo; sente fome mas não consegue reter nada no estômago.


Vomita sangue e todo o seu corpo se cobre de pústulas.
Uma febre lenta consome-o, ele lamenta-se enquanto sente os membros a ficarem rígidos.
Delira e finalmente morre num incrível tormento.
HIONG NU LABS conceberam a solução para você que é um pai dedicado, não ofereça caríssimas consolas de jogos ou prendas sem significado ou utilidade, faça algo de relevante pelo seu filho, adquira já um cinto de castidade HIONG NU em couro irlandês e com saco penial practicamente indestrutível mas também de uma comodidade a toda a prova que lhe proporcionará a ajuda que necessita para controlar os seus instintos. Além disso o seu filho poupa em porno, você deixa de lavar aquelas nódoas suspeitas e começa o convívio verdadeiramente salutar no seu lar. E se comprar já ofereceremos um coçador testicular (para que o seu rebento não tenha de abdicar dos belos hábitos portugueses) em fémur de impala que lhe permitirá uma higiene invejável e o reconhecimento inter pares e, claro, lembre-se que um dia pode já ser tarde demais.
HIONG NU - desde 406 D.C a servi-lo como você merece
terça-feira, setembro 04, 2007
A ORIGEM


Apelidada como a terra das gajas boas, Ermesinde é uma modesta urbe do Noroeste Peninsular, com tradições e gentes muito peculiares. (gajas boas só mesmo uma ou duas e ou se encontram tomadas ou se estão a cagar aqui para os meninos)
REACTIVAR A FERTOR JÁ!!! A retirada do aterro sanitário da nossa terra é, nada mais nada menos, que uma medida do poder central para nos retirar poder decisório e nos enfraquecer enquanto comunidade.
As memórias da nossa infância não deixam que esqueçamos aquele aterro feito colina serpenteado pela linha do comboio, atravessado pela autoestrada e sobrevoado pelas linhas de alta tensão. E é por toda esta nostalgia que os nossos compatriotas tentam buscar alguma alegria em substâncias vínicas e medicação forte.
Não que queiramos ser fundamentalistas a esse ponto, mas... lembram-se de eu ter falado numa conquista aguerrida do enclave do Alto da Maia, pois é, nada disso teria sido conseguido sem os esquadrões bem treinados e aguerridos das brigadas Eduardo Moura. Eis a sua foto depois do (alegado) rapto do famoso Tone Grande no SaibrasGate, o famoso caso de tráfico de tomilho.

Agora, após anos de lutas intensas pela nossa liberdade e pelo nosso quinhão de terra, os nossos descendentes poderão crescer na felicidade que faltava aos espíritos ermesindenses, podendo exercer o seu direito de serem livres e cumprirem/ imor(t)alizarem as belas tradições do nosso povo. Uma terra onde o anal e a drunfaria andaram de mãos dadas com o furto e os psicotrópicos, onde o dente podre será sempre razão de alegria e o chulé e a peidaria nunca passaram despercebidos. Um local aberto a tudo e a todos, onde o futuro nao existe porque preferimos nao pensar nele, onde o esforço para singrar na vida se resume a jogar cartas, embebedar-se e fazer nuvens de fumo mais ou menos estranhas.
Como Governo provisório, algumas das nossas mais pujantes mentes assumirão o poder até que possam ser organizadas eleições livres. Viva a República! Viva Ermesinde!
sábado, maio 05, 2007
PROPAGANDA

Ele escreve em 1928 "A manipulação consciente e inteligente dos hábitos e opiniões é um elemento importante da sociedade democrática" "As classes manipuladoras são quem verdadeiramente governa" " A sociedade deve ser governada por uma elite extremamente restrita".
O cidadão normal é o melhor dos censores, a sua própria mente actua como barreira entre ele e a realidade, leva-o a ver as coisas não pela sua experiência mas sim pela reacção do grupo a essas mesmas coisas.



sábado, abril 28, 2007
A VERDADE

segunda-feira, abril 16, 2007

Os portugueses adoram dizer mal do país. Qualquer coisa negativa é interpretada como a manifestação da decadência do país, o abandono de antigos valores tidos por fundamentais (ai que saudades daquelas taxas de alcoolémia de antigamente). A partir do século XIX, as elites intelectuais, passaram a profetizar (profetizar= roubar o pessoal) também catástrofes colectivas.
Criticava-se o despovoamento do país e o abandono de antigos valores cristãos. Os portugueses seduzidos pelas riquezas orientais começavam a esquecer-se da "missão divina" que os levara a expandirem-se pelo mundo.
2. Doloroso Despertar. Após a restauração da Independência (1640), os portugueses fazem um balanço muito negativo da "União Ibérica": o país está empobrecido, o Império está quase todo nas mãos de outras potências europeias, a fabulosa armada portuguesa desaparecera, a intolerância religiosa generalizara-se.
Portugal reconhecia-se, pela primeira vez, atrasado. (Mas, muito muito levemente atrasadinho)
Apesar das críticas, os portugueses mostram uma enorme confiança nas suas capacidades (excerto da altura: Ó maluca, ainda há vinho? Há! Então que se foda.) , e profetizam para si próprios um futuro radioso (mais vinho) - o Vº. Império, nas palavras do Padre António Vieira. De novo, voltou-se ao discurso da "Missão Divina" dos portugueses - a difusão do cristianismo -, sob a batuta da Igreja Católica (portuguesa).
3. Causas do Atraso. No século XVIII, os portugueses têm clara consciência que estão atrasados ( repito, muito muito pouco) em relação à Europa. Existe um relativo consenso sobre as causas deste atraso: uma nobreza ociosa e perdulária, mas também a Inquisição, os jesuítas e uma infinidade de frades.
Os recursos económicos eram consumidos e esbanjados por hordas de frades, freiras e clérigos de todo o tipo. Um terço do país pertence à Igreja Católica.
Embora as criticas tenham sido ferozes, todos os que as faziam concordavam num ponto: se fosse aplicado a Portugal um programa de modernização, ( mais cubas para destilar bagaço, fábrica de comprimidos para a ressaca e o advento da boneca insuflável) não apenas os atrasos seriam superados, mas também o Império seria salvo. A confiança no país continuava a ser enorme. (Vamos inundar esses gajos com o nosso vinhol, que eles deixam já de pensar nessas porcarias de independência)
4. Decadência. Os portugueses intelectuais (deviam ser no total 6 e um deles estava com uma cirrose terminal) ao longo de todo o século XIX e depois durante a Iª. República (1910-1926) confrontam de forma obsessiva Portugal com o seu passado e as grandes potências do tempo.
No primeiro confronto, perante um passado assumido como glorioso (excerto: Aquela pinga de outrora é que era...), retiram a ideia que o país vive numa fase de completa decadência. O povo não tinha energia, alma ou força anímica para sair da letargia em que se arrastava. Intelectuais como Antero de Quental, Eça de Queirós ou Oliveira Martins, afirmam que o país estava condenado a uma morte lenta, por falta de energias vitais.
No segundo confronto, constata-se de novo que era preocupante o atraso de Portugal face às grandes potências europeias. Este atraso, nomeadamente na sua dimensão tecnológica, significava que o país não tinha condições para manter militarmente o que restava do seu Império. Esta fraqueza tornou-se insuportável após o Ultimatum Inglês (1890). Portugal não se imagina então sem o seu Império. Vencer o atraso tornou-se um imperativo nacional - o regime monárquico passou a ser visto como um obstáculo ao desenvolvimento (a Monarquia será derrubada em 1910) .
As causas profundas da decadência eram atribuídas à corrupção dos costumes (fornicação, bebedeiras e outros requintes), incompetência das elites dirigentes, uma organização social retrógrada e à influência negativa da Igreja. A única saída possível será através de uma profunda regeneração dos costumes e das instituições, o que só seria possível caso ocorresse uma enorme catástrofe ou revolução. Só esta regeneração salvaria o Império e o país. Uma promessa sempre adiada, pelos sucessivas governos "regeneradores".
A Iª. República pouco alterou esta ideário, conduzindo o país para uma guerra mundial (1914-1918) sob o pretexto de salvar o que restava do Império. Os custos desta operação tiveram como consequência o aumento da miséria da população, conduzindo ao descrédito e ao fim da própria República.
5. Fatalismo. Nos discursos oficiais durante a ditadura (1926-1974), os portugueses eram apresentados com um povo pobre, mas com um enorme orgulhoso no seu vasto Império colonial, que lhes garantia a Independência e importância no contexto internacional.
O seu atraso económico era o preço que tinham que pagar pela manutenção do Império, mas também pela continuação da sua "missão histórica " civilizacional, a sua independência, etc. Os sacrifícios eram demasiado altos, mas as recompensas divinas enormes. O ditador Salazar é muito claro a este respeito: Portugal, tal como as grandes potências da Europa Ocidental, só podia subsistir enquanto identidade histórica, se mantivesse a sua matriz cristã e imperial. Depois da 2ª. Guerra Mundial, Salazar manteve esta posição ideológica num contexto internacional adverso, o que condicionou ainda mais o desenvolvimento do país. Desta forma, o lado negro de Portugal - a miséria em que vivia a maioria da população - era assumido o custo que havia que pagar pela defesa dos valores "ocidentais".

Ah pinador!!!
6. Mudança. Com o fim do Império, em 1975, os portugueses ficaram reduzidos à sua dimensão europeia. Pela primeira vez desde 1415 os seus problemas estão centrados num território continental e dois arquipélagos (Madeira e Açores). Embora com a democracia se sintam libertos para criticar e mudar as situações, continuam a mergulhar no lado negro de Portugal construindo as visões mais pessimistas sobre o seu futuro colectivo. A tentação para adiarem a resolução dos problemas continua a ser a norma.
Na última década ressurgiu a questão da Identidade de Portugal e a da inviabilidade do próprio país, repetindo-se sem grande novidade velhos temas. A discussão sobre o Império está agora ausente das discussões, deixou de condicionar as soluções. As recordações saudosistas sobre os tempos gloriosos da pátria (Descobertas) apenas entusiasmam alguns. O problema é agora tratado como algo de natureza histórica.
Os males que actualmente afligem os portugueses são muito concretos: a ineficiência do sistema de educação, saúde, segurança social, justiça, ordenamento do território, etc. Nada de novo neste domínio, a não ser o facto de serem agora sistemas extremamente caros, mas com fracos resultados. Como no passado, os portugueses continuam a lamentar-se que o Estado está povoado de incompetentes e corruptos, mas aparentemente continuam sem energia para acabar com esta situação.
As mudanças em relação ao passado são todavia profundas. As questões tem agora uma dimensão tangível, assim como as soluções. Já não se discute a questão do Império, mas da falta de eficiência do sistema criado nos últimos trinta anos. Este facto faz toda a diferença.

segunda-feira, abril 09, 2007

Venha passar uma noite em família
quarta-feira, março 28, 2007

segunda-feira, março 26, 2007
Educação: 7% (Dados de 2003)
Cultura: 1,2 % (2003)
Saúde: 7,1 % (2003 )
Segurança Social: 25,8 % (2003. Em 1993: 9,2%).
Defesa: 2,1% (2001)
Taxa de analfabetismo funcional entre os 15 e os 45 anos: 48% (Dados de 2001).
Taxa de analfabetismo: 8% (2004)

sexta-feira, março 23, 2007
quinta-feira, março 22, 2007
quarta-feira, março 21, 2007
NOVA DIVISA INTERNACIONAL
Prostituta que se preze, dealer de respeito aceita HIONG NU's e você???
terça-feira, março 20, 2007

O objectivo da nossa empresa é tomar o mundo do têxtil idiota de assalto, prometendo melhores preços, ejaculações e toda a merda que possa render mais uns tostões. A China invade-nos com t-shirts estupidamente baratas, vamos voltar a ser o povo glorioso que éramos e espalhar a nossa cueca rendada, a nossa ceroula, a nossa t-shirt HIONG NU por esse mundo fora. Onde quer que vá, leva sempre um pouco de Portugal...
domingo, março 18, 2007

E os nossos descobridores não escaparam à regra. Já os franceses, na mesma situação, criaram perfumes mais fortes, concentrados e duradouros, feitos com essências importadas das Índias. Alimentavam, esses povos, a crendice de que o banho era prejudicial ao corpo e à saúde, orientados pelos doutores da época, segundo os quais a limpeza da pele proporcionaria a abertura dos poros e assim livre entrada às doenças. Sem o banho a epiderme virava um blindado coscorão. Como pensar nesses povos explorando a sexualidade? Com certeza, o acto sexual não teria o mesmo encanto, os mesmos jogos preliminares que hoje se fazem presentes até a consumação. Estava mais voltado para o período fértil da fêmea quando ela se mostrava mais ardente. O cio, por assim dizer. O macho, como um animal irracional, percebia, com o seu faro, o momento propício ao acasalamento com a fêmea mais receptiva.
Por certo o cheiro que homem e mulher exalavam funcionariam como um tempero, um atractivo para que melhor se entendessem nas suas relações amorosas. Não desfrutavam eles, cremos, do mesmo fetiche de hoje, do prazer proporcionado por uma pele limpa, macia, asseada, cheirosa, numa simbiose envolvente dos corpos enlevando até a alma, morada certa do prazer, do amor sensual, característica que diferencia do homem do animal irracional.
quinta-feira, março 15, 2007
quarta-feira, março 14, 2007


O cérebro feminino adapta-se também a outras funções que nao a de costurar meias e chupar , conseguindo-se em alguns casos obter respostas tão positivas como uma paciente que conseguiu estacionar um veículo, nao levar a amiga para o wc ou até (imagine-se!!!) diminuir o peso da carteira de 45kgs para apenas umas módicas centenas de gramas.
Brevemente, aqui, testemunhos reais de pessoas que largaram vícios como prostituição, jogo e vinho tinto, com a ajuda dos nossos produtos.
sábado, março 10, 2007

Ouve com atenção:
Tens o maior decote da história da Humanidade e ninguém parece querer saber?
Os seios começam a sofrer com o efeito da gravidade?
Ele demora 5 minutos e diz que foi um recorde pessoal?
A vizinha de 12 anos tem umas mamas maiores que as tuas?
Ele diz que tu és a pessoa mais amorosa do mundo, mas que só pode ser teu amigo?
Ele só oferece prendas com valor sentimental e abaixo de 2 euros?
O vibrador avariou outra vez?
Foste ao cabeleireiro e ele nem reparou?
Ele estava contigo e a pensar noutra?